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Jornal Tribuna do Vale - 11/01/2018

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Paraná debate fim da vacinação contra a febre aftosa

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16 OUT 2017Por Sistema FAEP17h52
O fato do Paraná ainda ter a obrigatoriedade da vacinação contra aftosa afeta todo o agronegócio estadualFoto: Antônio de Picolli / Tribuna do Vale

Líderes sindicais e pecuaristas de todo o Paraná se reuniram no dia 10 de outubro, na sede do Sistema FAEP/SENAR-PR, em Curitiba, para debater a liberação do Estado como área livre de febre aftosa sem vacinação a partir de 2021 – antes de outros Estados, que devem alcançar o status a partir de 2023. Atualmente, apenas Santa Catarina possui a certificação, que abre portas à exportação de produtos de origem animal a praticamente todos os países no mercado internacional. O evento contou com representantes das Comissões Técnicas de Corte, Leite, Aves, Suínos e Caprinos e Ovinos.

Ágide Meneguette, presidente do Sistema, lembrou que o fato de o Paraná ainda ter a obrigatoriedade da vacinação contra aftosa afeta todo o agronegócio estadual. “Aparentemente parece um problema que só afeta o setor de bovinos, mas, na verdade, atinge a toda a produção agropecuária. Ser reconhecido como área livre de febre aftosa sem vacinação significa que o nosso sistema de defesa sanitária animal e vegetal é eficiente”, disse.

Durante o encontro, os participantes debateram a importância do assunto para o Paraná. O Estado tem o maior rebanho de suínos do Brasil, com 7,1 milhões de cabeças, é o maior exportador de carne de frango brasileiro (35% de tudo o que é mandado para o exterior) e tem cerca de 7,5 milhões de cabeça de gado. Além disso, os produtores paranaenses de leite foram os vice-campeões nacionais em volume do produto, em 2015, com 4,6 bilhões de litros.

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