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Jornal Tribuna do Vale - 21/06/2018

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COMBATE

Jacarezinho cria força tarefa para combater Aedes Aegypti

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14 DEZ 2017Por Gladys Santoro19h13
Reunião com médicos e enfermeiros para debater o fluxograma do manejo clínico da dengueFoto: Divulgação

Com o maior índice do Estado de infestação predial (IIP) – 9,8% - do mosquito transmissor da dengue, o Aedes Aegypti,  Jacarezinho criou  uma força tarefa para eliminar criadouros em toda a cidade. O mutirão começou na terça-feira e vai até hoje, 15. Os bairros com maior incidência – Aeroporto e Jardim São Luiz foram os primeiros a receber o arrastão.
Apesar do alto índice, a cidade não registrou nenhum caso de dengue até o momento.
Na terça-feira, 12, as equipes dos setores da Vigilância Epidemiológica e Sanitária da 19°Regional de Saúde elaboraram a programação do mutirão, e na quarta-feira, 13, foi realizada uma reunião com médicos e enfermeiros do município onde foi debatido o fluxograma do manejo clínico da dengue.  
Na quinta e sexta-feira, foi dado início ao arrastão para remoção de criadouros.
A força tarefa foi composta por 83 pessoas, que foram divididas em cinco equipes e um líder, além de José Lopes como coordenador geral. Ao todo, as equipes estão usando cinco caminhões.
Segundo a chefe da seção de Epidemiologia da Regional, Milene Moraes Vieira, para que os trabalhos avancem a prefeitura conta com a parceria de algumas empresas. “Vamos fazer o arrastão em toda a cidade. A meta eliminar os criadouros do mosquito transmissor da dengue”, explicou.

Agentes iniciaram a limpeza pelos bairros com índices mais altos de infestação (Divulgação)

ÌNDICE – O índice de infestação predial de Jacarezinho foi  divulgado no início deste mês, pela Secretaria Estadual da Saúde.  9,8% representa quase 10 casas infestadas para cada 100 pesquisadas. Outros municípios em situação de alerta são Paranaguá (8,9%), Capanema (8,3%), Nova Aurora (8,3) e outras 16 cidades do Estado que atingiram resultados maiores que 4%. Conforme a OMS (Organização Mundial de Saúde), estes níveis indicam estado de emergência, pois há risco de surto.
A cidade de Assaí também apresentou número considerado alto: 3,5%. Conforme a OMS, índices entre 1% a 3,9% devem colocar o município em estado de alerta. O resultado abaixo de 1% é considerado fora de perigo.
No Norte Pioneiro, 38 dos 49 municípios (78%) estão com índices inferiores a 1%. Cinco cidades, além de Assaí, estão em estado de alerta, com índices entre 1% e 3,9%: Andirá, Arapoti, Santa Mariana, Santo Antônio da Platina e Santo Antônio do Paraíso. Quatro cidades não realizaram o Levantamento Rápido de Índice de Infestação por Aedes aegypti (LIRAa), cujo boletim é divulgado quinzenalmente.

 

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