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Jornal Tribuna do Vale - 17/09/2018

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Fábio Campana

Política, cultura e o poder por trás dos panos.

Fábio Campana é jornalista e escritor. Diretor da editora Travessa dos Editores. Editor das revistas Et Cetera e Ideias. Publica colunas em uma rede de jornais do interior do Paraná, entre eles a Tribuna do Norte, e faz comentários políticos diários na rádio CBN Cascavel. Foi secretário de Comunicação Social da Prefeitura de Curitiba e secretário de estado da Comunicação Social em três governos. Editor da extinta revista Atenção. Editor do extinto Correio de Notícias. Colunista político dos jornais Gazeta do Povo, O Estado do Paraná, Tribuna do Paraná e Gazeta do Paraná. Foi comentarista das rádios BandNews e Banda B. Fábio Campana nasceu em 1947 no município paranaense de Foz do Iguaçu. Publicou Restos Mortais, contos (1978), No Campo do Inimigo, contos (1981), Paraíso em Chamas, poesia (1994), O Guardador de Fantasmas, romance (1996), Todo o Sangue (2004), O último dia de Cabeza de Vaca (2005), Ai (2007) e A Árvores de Isaías (2011). Vive em Curitiba desde 1960.

UEL, UEM e UEPG pagam R$ 1,5 bilhão em salários de professores

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07 JUN 2017Por Fábio Campana17h35

Todos os servidores do Estado estão submetidos ao sistema, menos os de cinco universidades UEL (Londrina), UEM (Maringá), UEPG (Ponta Grossa) Unioeste e Unicentro. Essa semana, o Estado bloqueou o dinheiro das universidades de Londrina e de Maringá porque elas não repassaram informações pedidas sobre a folha de pagamento. As universidades estaduais recebem dinheiro do Governo do Estado tanto para o pagamento de funcionários quanto para manutenção.

A universidade de Londrina, uma das maiores do Estado vai receber R$ 790 milhões só para o pagamento de professores e servidores. Só o que a UEL paga em salários, equivale ao orçamento do ano passado inteiro da cidade de Foz do Iguaçu e é maior do que os gastos de cidades como Ponta Grossa, Toledo, Paranaguá, Umuarama e Campo Mourão.

Os gastos com salários nas universidades de Maringá (UEM) e Ponta Grossa (UEPG) também são milionários: R$ 505 milhões na UEM e R$ 240 milhões na UEPG. Juntas, as três universidades gastam só com pagamentos de salários de professores e servidores, mais de R$ 1,5 bilhão por ano.