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Jornal Tribuna do Vale - 11/01/2018

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Quinze equipes disputam fase municipal do Bom de Bola

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16 AGO 2017Por Da Redação18h04

Desde segunda-feira, 14, quinze equipes de estabelecimento de ensino de Santo Antônio da Platina disputam a fase municipal do Bom de Bola, maior campeonato de futebol para crianças e adolescentes da rede pública e particular de educação do Sul do Brasil. Foram inscritas sete equipes na categoria Masculino A, cinco equipes no Masculino B e três times no Feminino A. Ao todo serão 26 jogos realizados no Estádio Municipal José Eleutério da Silva. As equipes campeãs se classificam para a fase regional que acontece entre 1° e 3 de setembro em Abatiá.

Segundo o secretário de Cultura, Esporte e Lazer, Gilmar Amaral, foi admirável o comprometimento das equipes com a competição, principalmente por não ter registrado nenhum W.O. “Mesmo com as condições climáticas ruins os jogadores participaram, a torcida também se fez presente para incentivar e é exatamente isso que nós queremos, que os atletas tomem gosto pelo desporto. Temos alunos da escolinha de futebol e de futsal participando também e isso nos deixa satisfeitos”, disse.

Equipes classificadas participam da fase regional em Abatiá em setembro (Antônio de Picolli / Tribuna do Vale)

O Projeto Bom de Bola é um campeonato escolar de futebol que promove o a cultura de paz e a educação em tempo livre  de crianças e adolescentes. Em Santo Antônio da Platina, Amaral aponta que várias crianças em situação de vulnerabilidade social estão participando em busca de uma vida melhor, longe das drogas e recebendo o apoio e incentivo dos professores. “Temos ótimos atletas que vem se destacando e que se continuarem nesse caminho podem ter um futuro promissor. É muito gratificante ver a dedicação e esforço deles, mesmo vivendo em um ambiente familiar difícil”, elogiou o secretário.

De segunda a sexta-feira, o Departamento de Esportes promove a escolinha de futebol com crianças e adolescentes de 6 a 17 anos. São aproximadamente 100 atletas divididos em várias categorias. “Ainda não temos condições de sediar competições como fase regional ou macro, que envolve muitos municípios por causa da falta de estrutura, mas aos poucos estamos conseguindo retomar o esporte”, comentou Amaral.

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