HORA EXTRA

Justiça bloqueia bens de 12 servidores de Arapoti

27 FEV 2018 • Por MPPR • 19h28
Acusados trabalharam na prefeitura entre 2013 e 2016 - Antônio de Picolli

Em Arapoti, 12 pessoas que trabalharam na prefeitura entre os anos 2013 e 2016 tiveram os bens decretados indisponíveis liminarmente como resultado de ação civil pública por ato de improbidade administrativa ajuizada pelo Ministério Público do Paraná (MPPR), por meio da Promotoria de Justiça da Comarca. O MPPR sustenta que seis dos envolvidos receberam o pagamento de horas extras sem a comprovação de que efetivamente trabalharam, com a anuência dos demais.

Conforme apurado pela Promotoria, foram beneficiados indevidamente dois motoristas, três oficiais administrativos e uma auxiliar de serviços gerais, com suporte e/ou aval dos então secretários municipais de Finanças, Educação, Contabilidade, do chefe de gabinete e do chefe de Divisão de Licitação e de um auxiliar de serviços gerais. Uma eventual condenação por ato de improbidade administrativa pode levar a sanções como a perda da função pública, suspensão dos direitos políticos, devolução do dinheiro recebido indevidamente ao erário e multa.