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Jornal Tribuna do Vale - 12/04/2018

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LEI ESTADUAL

Cinco municípios do Norte Pioneiro integram Região Turística Rota do Café

A Região Turística da Rota do Café abrange 15 municípios: Arapongas, Rolândia, Cambé, Londrina, Tamarana, Ibiporã, Jataizinho, Assaí, São Jerônimo da Serra. No Norte Pioneiro estão Cornélio Procópio, Santa Mariana, Bandeirantes, Cambará, Jacarezinho e Rib

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15 MAR 2018Por Da Redação/ Assessoria19h24
Associação Rota do Café reúne cafeicultores e locais turísticos das cidades envolvidasFoto: Antônio de Picolli

A Região Turística da Rota do Caféfoi oficializada em lei estadual, o que pode abrir novas perspectivas para divulgação, captação de recursos e fortalecimento do roteiro, com atração de mais visitantes. Uma ação concreta prevista na lei de autoria do deputado TercilioTurini e coautoria do deputado Luiz Claudio Romanelli, é a criação de uma sinalização temática no Norte e Norte Pioneiro.

A proposta é que o Departamento de Estradas de Rodagem (DER/Paraná) instale nas rodovias placas com a logomarca da Rota do Café, indicação do município integrante e identificação de locais de visitação, para orientar turistas e demais pessoas que circulam pela região. “A sugestão está na lei. Precisamos sensibilizar o DER e a Secretaria de Turismo do Estado para executarem a ideia”, afirma Tercilio.

 A Região Turística da Rota do Café abrange 15 municípios: Arapongas, Rolândia, Cambé, Londrina, Tamarana, Ibiporã, Jataizinho, Assaí, São Jerônimo da Serra, Cornélio Procópio, Santa Mariana, Bandeirantes, Cambará, Jacarezinho e Ribeirão Claro. “A intenção é valorizar a rota como produto de turismo e instrumento de preservação da história do Paraná”, diz o deputado.

 A Associação Rota do Café reúne atualmente proprietários e representantes de museus, memoriais, fazendas, agroindústrias, cafeterias e outros estabelecimentos comerciais que têm o café como referência em produtos, serviços, atividades empresariais e culturais. Os atrativos recebem visitantes de diversos locais, inclusive muitos estrangeiros.

 “O incentivo a ações que contribuem para preservar a memória da produção cafeeira é fundamental para as futuras gerações conhecerem a história do Paraná”, destaca TercilioTurini.

 

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